Num período do mês onde há uma diminuição do poder de compra do consumidor principalmente com despesas de férias, despesas escolares e impostos, natural um recuo no consumo de proteína animal em geral. Devemos considerar também um recuo nas cotações em São Paulo, as altas temperaturas que desestimulam o consumo de carne, dentre outros fatores que refletem consideravelmente nas negociações entre produtores e frigoríficos. O equilíbrio entre oferta e demanda na última semana atenuaram uma reivindicação por parte de produtores na manutenção dos preços praticados, porém, frigoríficos reluto em seus posicionamentos não entenderam desta formam e argumentaram pela dificuldade de repasse de preços alinhados e diminuição da procura do produto por parte de atacadistas e grandes redes. Foi neste cenário que produtores e frigoríficos expuseram suas argumentações, porém não chegaram a comum acordo e decidiram seguir sugestão de preço da ASEMG.

Sugestão ASEMG de referência R$4,60 kg./vivo no atacado.

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